O calendário ainda vai em 2025, mas a FIAT já está a preparar o terreno para 2026 com um retoque na família Panda. A gama passa a juntar o Panda do segmento A - agora rebatizado como Pandina - e o Grande Panda, posicionado no segmento B.
Não se trata de uma revolução, mas há detalhes que não passam despercebidos. No FIAT Pandina, a nova designação aparece na terceira janela lateral. Na versão Cross (topo de gama), o logótipo surge também nos bancos dianteiros e traseiros e integra ainda os frisos laterais.
No FIAT Grande Panda de 2026, a novidade é mais prática: um cabo de carregamento em espiral integrado, compatível com corrente alternada até 7 kW, que pode ser arrumado numa caixa sob o capô.
A gama do FIAT Pandina mantém-se dividida em duas versões, ICON (base) e CROSS (topo), enquanto o Grande Panda continua com três níveis de equipamento: POP, ICON e LA PRIMA (disponíveis em todas as motorizações).
Para assinalar quatro anos de parceria com a (RED), todos os FIAT em vermelho passam a trazer emblemas (RED) nos pilares B, deixando de existir uma versão específica na gama dos modelos.
Mesmas motorizações
A nível mecânico, nada muda. O FIAT Pandina continua com o motor mild-hybrid de 70 cv e 92 Nm. Já o Grande Panda mantém três alternativas. Nos motores de combustão, há um bloco a gasolina com 100 cv e uma opção com apoio eletrificado mild-hybrid de 110 cv. Além destas, continua a existir a versão 100% elétrica, com 113 cv e 320 km de autonomia.
Quando chegam os Panda?
As primeiras entregas estão apontadas para janeiro de 2026. Os preços arrancam nos 17 990 € para o FIAT Pandina e nos 17 850 € para o Grande Panda a gasolina.
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