Num fim de tarde de agosto, com o trânsito a andar aos soluços e o calor a apertar, é tentador manter o ar condicionado no máximo até ao segundo em que se desliga o motor. No dia seguinte, voltas a entrar no carro, ligas o AC… e lá vem aquele cheiro abafado, meio azedo, que te faz abrir um pouco o vidro e ficar a matutar no que se passa.
A maioria das pessoas atribui isso ao “cheiro de carro antigo” ou a algo esquecido lá dentro. Mas, muitas vezes, a origem está precisamente no sistema que te dá conforto na estrada: a ventilação. Um espaço pequeno, húmido e escuro, onde a humidade fica presa e tudo acontece em silêncio.
Há um gesto simples que os condutores podem usar para cortar esse cheiro pela raiz. E começa alguns minutos antes de chegar ao destino.
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